Lab in to

Tem hora que o choro brotado na gente fica doido sem saída. Pega trecho de aorta, esquina de veia torta, pára quase no joelho, regurgita no olho do espelho. E lá, bem devagar, desistido de estancar, fica tentando um jeito, nem bom, nem direito, de tudo acalmar. É aí que de repente, no soluço de peito quente, rodopia a alma danada, e feito pipa de linha cerrada, vai,  caindo com o tempo, na música que canta o vento, encontrando paz e calmaria em tinta de dor-poesia.

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