Por onde ando

Harmonia, cruza Rodésia, Aspicuelta, Fidalga, Purpurina, Fradique, Inácio. Canoa na chapa, Omo no Dia%, sapato da Caz, caipirinha do Filial, Livraria da Vila e linguiça do Galinheiro. Engraçado a seletividade da memória na reconstrução de um caminho que já foi cotidiano. Fala das nossas escolhas diárias ou apenas manifesta as preferências de um tempo? E o que revelam essas lembranças sobre quem fomos, ou sobre quem somos? Que parte desse caminho permanece na decisão constante por uma coisa e não outra? Por que insistimos virar nas mesmas ruas que sempre decidimos virar, tendo tantas outras no percurso? Quem ficamos para trás e quem carregamos conosco no passado-presente de um passeio na Vila Madalena?

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